Resumen
Este artigo questiona a existência, no Brasil, de procedimento para a realização do reconhecimento criminal de pessoa a partir de vídeo de vigilância. A hipótese é de que a regulação existente não compreende as particularidades do vídeo, fazendo-se necessários aportes epistêmicos para um procedimento específico, confiável e válido. A metodologia compreende análise da legislação, revisão de literatura e pesquisa empírica qualitativa em acórdãos criminais a fim de examinar as particularidades da prática criminal. Os resultados demostram a inexistência de uniformidade procedimental e a configuração de uma valoração judicial que trata a imagem como retrato fiel da realidade.
| Idioma original | Portugués (Brasil) |
|---|---|
| Páginas (desde-hasta) | 312-342 |
| Número de páginas | 31 |
| Publicación | Default journal |
| Volumen | 23 |
| N.º | 1 |
| DOI | |
| Estado | Publicada - 31 dic 2021 |
ODS de las Naciones Unidas
Este resultado contribuye a los siguientes Objetivos de Desarrollo Sostenible
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ODS 16: Paz, justicia e instituciones sólidas
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